sexta-feira, 13 de março de 2009

Automação de Negócios - Seminário

Prioritariamente para os alunos das turmas A e B do 5º período do CTS-ADS da UNATEC, campus Barro Preto da disciplina Automação de Negócios.

12 comentários:

Unknown disse...

Atividade
Grupo
Renato Martins
Bruno Leonardo
Bruno Santos
Fabiano

-Identificar a obra
Livro Manual de Planejamento de Informática empresarial
- Os autores trajetória acadêmica e/ou profissional
Norberto A. Torres
1978 - 1982 Doutorado em Administração Mercadológica/Estratégia Empresarial.
Fundação Getúlio Vargas - SP, FGV-SP, Brasil. Ano de Obtenção: 1982.
Orientador: .
1972 - 1977 Mestrado em Engenharia (Engenharia de Produção).
Universidade de São Paulo, USP, Brasil. Ano de Obtenção: 1977.
Orientador: .
1967 - 1971 Graduação em Engenharia Mecânica de Produção. Universidade de São Paulo, USP, Brasil.

-Abordagem -
Norberto A. Torres demonstra que em qualquer projeto de planejamento, o plano de informática deve levar em consideração a situação existente em termos de estrutura e sistemas administrativos, métodos e procedimentos, com como os recursos de informática já utilizados na organização.

-Pontos positivos
Riqueza em detalhes
autor usa linguagem acessiva
-Pontos negativos
- O autor não abre espaço para outras opiniões externas onde ele mantém somente seu ponto de vista
-Impressões do grupo
– O livro aborda um conceito de metodologia para a melhoria ou criação de novas estratégias para o planejamento e gerenciamento empresarial
-Recomendam a Leitura

– Sim , porque cria um visão gerencial.

Unknown disse...

DAVENPORT, Thomas H., PRUSAK, Laurence.

Ecologia da informação: por que só a tecnologia não basta para o sucesso na era da informação. Tradução Bernadette Siqueira
Abrão. São Paulo : Futura, 1998. 316p.








Apresentação do Livro: Em Ecologia da informação, Thomas H. Davenport apresenta propostas revolucionárias sobre a forma de administrar os sistemas de informação, buscando uma abordagem ecológica que leve em conta o fluxo e o controle da informação na empresa como um todo. Para ele, a informação e o conhecimento são criações humanas, e as grandes organizações só serão bem-sucedidas se perceberem que o fluxo de informações depende das pessoas, não de equipamentos.





Estrutura do livro: Os primeiros capítulos são bem definidos e seguem uma linha sequencial, a introdução descreve a tématica em linhas gerais, em seguida são expostos os erros e problemas anteriores relativos ao gerenciamento de informação e por fim o terceiro capítulo descreve o conceito do que vem a ser Ecologia da Informação. Os capítulos são apresentados da seguinte forma:

• 1º Capítulo: “A informação e seus dissabores: uma introdução” – Introdução da temática do livro.

• 2º Capítulo: “A ilusão do controle: nosso passado informacional” – Discorre sobre os problemas de abordagens anteriores da administração informacional, incluindo uma análise do Business System Planning, da IBM.

• 3º Capítulo: “O melhor dos mundos: ecologia da informação” – Resume os componentes de uma organização ecológica, encerrando com uma visão da Standard Life Assurance (uma das empresas mais bem orientadas ecologicamente).




Resumo: A era da informação em que vivemos, a maneira como se trabalha, compete e a forma como se pensa, ainda sofrerá novas revoluções à medida que a tecnologia da informação se torna um dos setores mais poderosos do mundo.
Ao mesmo tempo em que aumenta o volume de informações disponível aos profissionais e empresas, as dificuldades em lidar com os dados disponíveis de maneira produtiva e rentável começam a se tornar preocupantes.
O autor focaliza o ambiente informacional para a administração da informação, incluindo a situação dos negócios, os investimentos em tecnologia e a estrutura organizacional, não se esquecendo, também, de associar todos esses aspectos ao ambiente externo às organizações, os fatores que interferem no desenvolvimento das instituições, suas parcerias, suas dependências, etc.



Resenha Crítica:



Ecologia da Informação

Por que só a tecnologia não basta para o sucesso na era da informação.
Thomas H. Davenport

Dizem que estamos em uma nova era, a Era da Informação, e que com o decorrer dos anos a maneira atual como se trabalha e se pensa no mercado mudará radicalmente.
A maioria dos empresários não admite preocupação perante essa previsão, pois acreditam estar seguros com os altos investimentos dedicados à construção e implementações de ferramentas e soluções tecnológicas. Mas porque existem tantas dúvidas e frustrações por trás disso, difíceis adaptações ou pior, insatisfações?
Com as constantes inovações, o objetivo da informação foi esquecido, que é propriamente o de informar. As pessoas perderam o interesse pela informação e além de tudo quando a possuem fecham-se e não a compartilham com outras pessoas. Não estão dispostas a ensinar e dividir o conhecimento adquirido. A informação e o conhecimento, duas obras humanas e intelectuais, são a chave de sobrevivência de qualquer organização, mas é preciso que tomemos consciência de que nós desempenhamos o papel principal, somos os únicos mentores capazes de transformar simples dados em algo mais relevante e produtivo.
Investir somente em novas tecnologias não basta. Os administradores precisam assimilar as variações do mundo dos negócios, adequando-as às mutantes realidades sociais. Isto é chamado “Ecologia da Informação”. Focar mais nas informações como um todo, considerando seu valor empresarial e sobretudo, observando e ensinando as pessoas a lidar com as informações que lhe são passadas.
A maioria dos profissionais da área de TI trata o usuário com pouca paciência, com pouca tolerância, mas o problema está na relação entre pessoas e informação, não na tecnologia ou no usuário em si. Armazenar as informações em grandes bancos de dados, em sistemas diferentes nem sempre é a melhor solução, podendo até, em algumas vezes, prejudicar as empresas ao invés de contribuir, pois a tecnologia sozinha, não é capaz de resolver problemas administrativos e relativos à informação. É preciso capacitar as pessoas, ensiná-las e prepará-las para o correto uso destas informações aliadas à tecnologia.
Vários são os exemplos desses casos, no qual uma empresa dispõem de verdadeiras fortunas investindo em material e ferramentas tecnológicas, acreditando ser este o passo para a solução de todos os problemas, sejam eles financeiros, ou organizacionais. Mas após todo este processo, todo este investimento e tempo dedicado descobre que o foco deveria ser em outro lugar. Percebe que despenderam tempo e recurso no lugar errado. Percebe que o problema não era em ter a tecnologia mais cara e mais atual e sim ter uma boa organização, com excelentes recursos humanos e individuais.
É preciso que a empresa tenha um ambiente favorável, e mesmo que não possua muita tecnologia, ainda terá possibilidade de alcançar sucesso se contar com uma sólida organização, contar com uma boa comunicação interna, no qual toda informação é aproveitada, no qual seus funcionários possuam habilidades, boas práticas e constantes treinamentos. O recurso mais importante e eficiente de uma empresa são as pessoas, elas precisam compreender os processos, são elas que compõe uma equipe capaz de atingir metas, são elas que podem entender e alinhar os interesses dos clientes de qualquer organização.
Nem sempre um bom investimento tecnológico pode ajudar no aperfeiçoamento dos ambientes de informações, a maiorias das empresas não utiliza bem a ecologia da informação, elas ainda não entenderam que é preciso basear-se na maneira como as pessoas criam, distribuem, compreendem e usam a informação.
O aumento de investimentos na tecnologia da informação nas organizações é incomparável, nos EUA são investidas anualmente enormes quantias na área de TI, sendo esta área responsável por mais de um terço do crescimento econômico nos últimos anos. Porém a eficácia no gerenciamento da informação não cresceu na mesma proporção, o diretor-presidente da Computer Associates, Charles Wang, afirma que um terço destes gastos foi desnecessário, simplesmente desperdiçado pela má utilização ou simplesmente pela falta de uso dessas engnhocas tecnologicas. Ele também supõe que um dos verdadeiros problemas é acreditar que só a tecnologia possa resolver todas as dificuldades de uma empresa.
A tomada de decisões de um administrador influencia diretamente toda uma empresa, por isso é preciso ter muito cuidado com todo tipo de informação, é necessário ter atenção a tudo que envolva o ambiente informacional de uma empresa. Qualquer atitude impensada, precipitada ou baseada em dados inúteis pode custar caro.
Há muito tempo as pessoas lidam errado com a informação, tratando-a meramente como dados. É difícil definir informação, sendo ela um termo que conecta dados ao conhecimento.
Os computadores são capazes de gerenciar dados, de gerar gráficos em cima destes dados, mas ainda não são capazes de analisar e construir decisões fidedignamente. Falhas são freqüentes e passiveis. Por outro lado, o conhecimento é a informação refletida, interpretada por alguém, isto a torna valiosa, pois é necessário que uma pessoa acrescente sua sabedoria em cima dos dados puros analisados.
O autor cita o famoso ecologista Garret Hardin, que afirma que, caso você queira administrar um ecossistema inteiro, “nunca pode fazer apenas uma coisa”. Dessa forma, fazendo analogia à ecologia biológica, ele quer impor a idéia de que o gerenciamento de informações é muito mais do que apenas pensar em soluções tecnológicas que usam métodos máquina/engenharia para transformar dados em algo útil.
Os ecologistas da informação podem mobilizar não apenas designs arquiteturais e TI, mas também estratégia, política e comportamentos ligados à informação, além de suporte a equipes e processos de trabalho para produzir ambientes informacionais melhores. Permitindo assim enxergarem mais do que o ambiente informacional imediato de uma empresa , vêem o ambiente organizacional como um todo.
A essa nova abordagem o autor chama de ecologia da informação, que igualmente à ecologia biológica, também surgiu devido a vasta diversidade de suas “espécies”, como a ênfase na observação e descrição de ambientes, a integração entre componentes, a descrição de comportamentos.
A ecologia da informação possui quatro atributos chave. Integração dos diversos tipos de informação, reconhecimento de mudanças evolutivas, ênfase na observação e na descrição e ênfase no comportamento pessoal e informacional. Esses atributos se usados de maneira equilibrada ajudará as organizações a tomarem uma direção mais ecológica.
Contudo trabalhar com essas diversas dimensões não é algo fácil, requer muita competência administrativa e paciência. É uma tarefa difícil. Decidir por onde começar, a qual seqüência de atividade dedicar-se, principalmente quando há muitas ferramentas adequadas. E quando a mudança realmente ocorre, os administradores algumas vezes não conseguem localizar com precisão uma causa ou uma intervenção específica, tornando difícil entender os resultados da ecologia da informação.
O primeiro passo é aceitar que a evolução da vida organizacional é de certa forma um fato. Um grande comprometimento a ser focado é descrever e compreender a existência de um ambiente informacional, integrar os diversos tipos de informação, analisar quem são os supostos usuários relevantes, a fim de facilitar o uso efetivo da informação para os seus verdadeiros interessados.
É preciso compreender que as ecologias informacionais mudam constantemente e por isso os sistemas de informação devem ser flexíveis. Assim como devemos ser mais descritivos ao tratar o gerenciamento de informação, para facilitar a adaptação à dinâmica e constante transformação ambiental e para compreendermos mais profundamente os processos existentes.
Outro aspecto importante é atentar às pessoas, compartilhar informações, confiar e provocar comportamentos positivos. As pessoas ainda são os melhores meios para identificar, filtrar, interpretar e integrar informação.
O uso eficiente de uma pequena quantidade de informação substitui a preocupação com a geração de enormes quantidades de informação. O ponto essencial dessa nova abordagem é que ela procura devolver o homem ao centro do mundo da informação, colocando a tecnologia a serviço dele (homem) e não no seu comando.
Quando o homem assume o controle, e entende que ele é o centro de todo o processo informacional, ele começa a compreender o modelo ecológico e possivelmente maximizará o gerenciamento da informação. Conhecendo os ambientes, mesmo que estes pareçam distintos, o homem percebe que eles se sobrepoem e afetam todo o sistema.
Na ecologia da informação existem três ambintes. O ambiente informacional, organizacional e externo, sendo que o ambiente informacional e organizacional são geralmente afetados pelo ambiente externo, que representa o mercado, os concorrentes e a política, culminando em uma sobreposição e assim proporcionando o envolvimento dos três ambientes em iniciativas informacionais. Mas para que isto ocorra é necessária uma descrição e a compreensão de todo o cenário em que a informação é utilizada.
Descrevendo estes cenários, a começar pelo ambiente informacional que abrange seis componentes:

1. Estratégia da informação: Utilizada para a administração de recursos.
2. Política da informação: Considera o poder exercido pela informação e sua forma de utilização.
3. Cultura e comportamento: Compartilhamento de informação.
4. Equipe da informação: Lida com as modalidades de informação mais valiosas.
5. Processos de administração informacional: Demonstra a execução do trabalho.
6. Arquitetura da informação: Referências para a estruturação e localização das informações.

O ambiente organizacional abrange três componentes:

1. Situação dos negócios: Maior atenção para as estratégias e processos de negócios e orientação dos recursos humanos.
2. Investimentos em tecnologia: Maior acesso às informações através de mais recursos tecnológicos.
3. Distribuição física: Aspectos físicos na troca de informações situadas no mesmo espaço.

O ambiente externo abrange três componentes:

1. Mercados de negócios: Criação de condições de negócios dificultando a obtenção e gerência das informações.
2. Mercados tecnológicos: Compra e venda das tecnologias mais avançadas.
3. Mercados da informação: Negociação de tendências industriais, em busca de obter novos recursos importantes para a maior eficiência de ecologias informacional.

As alterações em uma ecologia informacional ocorrem, entretanto não se trata de um processo fácil, pois ao alterar um ambiente, conseqüentemente algum ou todos os outros serão afetados, logo concluísse que as mudanças corretas estão ligadas principalmente à um estrutura organizacional, cultural, distribuição física, dentre outros componentes do modelo, e não somente ao suposto aspecto estratégico.
Por fim, o autor nos apresenta um caso de sucesso da correta utilização do modelo da ecologia informacional. Descreve os passos da empresa Standard life Assurance, empresa do ramo de seguros de vida do Reino Unido e uma das maiores e mais lucrativas do mundo.
Em 1993, foi criado uma nova equipe de informação na Standard life Assurance, chamada de gerenciamento e arquitetura informacional, para planejar e iniciar caminhos para aperfeiçoar a situação global do ambiente de informações. Reconheceu-se um grande número de problemas na área, incluindo a dificuldade em levar as pessoas a perceber e a compreender a questão da informação de maneira padronizada, a dificuldade em definir e focalizar projetos de informação de modo a que levassem a resultados tangíveis, e uma ampla tendência de tratar informação como dados.
Em 1994, Chester Simpson, que liderou o grupo de gerenciamento e arquitetura informacional, desenvolveu um modelo genérico que conseguiu bons resultados, distribuindo informações confiáveis e seguras, melhorando a comunicação e a distribuição física dentro da organização como um todo, melhorando a forma como as informações eram armazenadas, coletando informações da concorrência e aperfeiçoando as informações e o conhecimento sobre os seus próprios clientes.
Dessa forma, a Standard Life Assurance finalmente deixou para trás a retórica fácil sobre a importância da informação para o sucesso nos negócios, desenvolvendo projetos e atuando em áreas às quais normalmente não se dedicava.






Indicação de leitura: Recomendamos o livro a todos os gestores, administradores, gerentes e demais profissionais da área de informática.
O livro faz uma abordagem da Ecologia da Informação, e nos envolve do começo ao fim com situações que exemplificam essa realidade, com cases de sucesso e com metodologias retóricas que ilustram e comparam as diferenças do uso dessa nova visão no gerenciamento de informações.
O texto traz em síntese a importância de analisarmos os ambientes organizacionais em sua totalidade, observando cada aspecto relevante e todos os setores que envolvem a empresa.
Em suma é uma excelente oportunidade de conhecermos questões e nos familiarizarmos com o que nos espera num futuro próximo.





Sobre o Autor: Thomas H. Davenport é um autor norte-americano e escreve livros que tratam de sistemas de informação, mais precisamente da gestão da tecnologia da informação.
Davenport é Ph.D em Sociologia (1980) e Ph.D em Programas de Negócios (1982) pela Universidade Harvard (Cambridge, MA).
Com 44 anos, tornou-se um dos mais importantes autores norte-americanos.
Seus livros abordam temas relacionados principalmente a gestão desses sistemas de informação, mostrando não somente a visão fascinada pelos mesmos, mas sim problemas relacionados à organização desses sistemas, e possíveis soluções.
Dessa forma, adquiriu a denominação de um "analista de paradoxos".
Ficou conhecido pelo mundo todo através de seu livro "Information Ecology" (Ecologia da Informação), editado pela Universidade de Oxford em 1997, neste o autor trata da gestão da informação sob ponto de vista tradicional, o investimento em novas tecnologias que a maioria das vezes ao invés de solucionar possíveis problemas, acaba por acarretar outros.
Davenport foi autor, co-autor e editor de outros dez livros, das primeiras obras sobre reengenharia de processos empresarias e sobre agregação de valor utilizando sistemas empresariais.
Escreveu junto com Laurence Prusak o best-seller "Conhecimento Empresarial", que aborda a gestão do conhecimento.
É autor de mais de cem artigos para publicações como Harvard Business Review, Sloan Management Review, Califórnia Management Review, Financial Times, entre muitas. Ele também é colunista das revistas CIO, Information Week e Darwin.
Em 2003, pela revista Consulting obteve a classificação entre os "25 Melhores Consultores".


Autores da Resenha:

Éderson Diniz
Bruno Marchezini
Rodrigo Queiroga
Vitor Lamarck

Alunos do 5º Período de Automação de Negócios do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas - Faculdade de Tecnologia UNATEC

Álvaro Junior disse...

Identificação do Grupo

Álvaro Custódio de Sá Junior
Alysson Silva Sobral
Edvard Braga Junior
Mário Lúcio Gonçalves Junior
Mittermayer Leonardi de Almeida
Thales Junior Moreira da Silva

Identificação da Obra
Impactos Sociais da Automação: O Caso do Japão

Autores

Henrique Rattner,

Trajetória Acadêmica e/ou Profissional

1979 - Livre-docência.
Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
Título: Ciência, tecnologia e desenvolvimento, Ano de obtenção: 1979.
Palavras-chave: Desenvolvimento tecnológico.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia.
Setores de atividade: Outros setores.
1971 - Livre-docência.
Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
Título: Tradição e mudança: a comunidade judaica em São Paulo, Ano de obtenção: 1971.
Palavras-chave: Relações culturais; Tradição; Judaismo.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia.
Setores de atividade: Outros setores.
Pós-Doutorado.
Massachusetts Institute of Technology, M.I.T., Estados Unidos.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economia Regional e Urbana.
1968 - Doutorado.
Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
Título: Localização da indústria e concentração econômica em São Paulo, Ano de Obtenção: 1968.
Orientador: Paul Hugon.
Palavras-chave: Desenvolvimento econômico; Localização industrial; São Paulo (estado).
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia.
Setores de atividade: Informação e Gestão C&T.
1963 - Mestrado.
Universidade de São Paulo, USP, Brasil. Ano de Obtenção: 1963.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia.
1960 - Graduação pela Universidade de São Paulo, USP, Brasil.

Abordagem

Discutir o impacto da automação na organização de práticas administrativas, especificamente mão de obra.

Pontos Positivos

Visão clara sobre a crise financeira da época, já que o livro foi escrito em 1988. Também com coesão e clareza ele mostra os impactos sociais provocados pela automação
.
Pontos Negativos

O autor usou termos muito técnicos da economia, o que dificultava a compreensão para leitores leigos na área. Outro ponto negativo foi o pessimismo demonstrado pelo autor quando se falava do futuro no Japão com a introdução da automação nas indústrias.

Impressões do Grupo

A impressão mais forte foi a subestimação de uma cultura milenar que se destaca pela aplicação e disciplina. Seguindo nesta impressão o autor previu de forma apocalíptica os impactos da automação no mundo.

Recomendam a Leitura

Não pelos pontos negativos superarem os positivos.

Unknown disse...

GRUPO:
Aparecida Isabel Alves
Jorge Luiz Calijurio
Kêmerson Lisboa Macedo
Marco Antônio Gonçalves Vilela
Rita de Cássia Gonçalves Gozer
Samuel Alves dos Santos


OBRA: "Sistemas Inteligentes em Conrole e Automação de Processos, publicado em 2004, Rio de Janeiro pela editora Ciência Moderna"


AUTORES (Trajetória Acadêmica e/ou Profissional):
"Mário Massa de Campos: Possui graduação em Engenharia Elétrica pelo Instituto Militar de Engenharia (1984), mestrado em Engenharia Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1990) e Doutorado no Laboratorio de Engenharia Química - Ecole Centrale Paris (1997). Atualmente é consultor técnico sênior do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguêz de Mello (CENPES) da PETROBRAS. Tem experiência na área de Engenharia Elétrica e Química, com ênfase em Automação Eletrônica de Processos Elétricos e Industriais, atuando principalmente nos seguintes temas: sistemas inteligentes, controlador fuzzy, automação, inteligência artificial, controle regulatório e avançado, e otimização multivariável de processos.

Kaku Saito: Engenheiro, Consultor técnico da Petrobrás na área de instrumentação, automção, controle e otimização de processos, com mais de 15 anos de experiência nesta área.
MSc pela COPPE-UFRJ. Trabalha no Centro de Pesquisa da Petrobras. Ministrou inúmeros cursos na área de instrumentação da Petrobras. Trabalhos técnicos apresentados no Brasil e no exterior."


ABORDAGEM: Mercadológica


PONTOS POSITIVOS: Os autores antes de entrar nos campos específicos da Inteligência Artificial e dos Sistemas Especialistas fazem uma importante analogia rica em exemplos de como funciona o Processo de pensamento e raciocínio humano.


PONTOS NEGATIVOS: O capítulo 3 é muito técnico, citando como exemplo rotinas da produção de petróleo de difícil compreensão para leitores que não conhecem a área de Engenharia.


IMPRESSÕES DO GRUPO: Excelente livro, interessante didática, atual, demonstra aspectos esclarecedores sobre os sistemas especilistas.


RECOMENDAM A LEITURA? JUSTIFICAR.
Sim, pois pelo menos nos capítulos iniciais exite uma excelente explicação sobre os conceitos de Inteligência Artificial e Sistemas Especialistas, facilitando muito o aprofundamento do tema pelo leitor.

Unknown disse...

Atividade dia 13.03.2009

Identificação do grupo (nomes e turma)

Pedro Henrique
Rafael Desiderio
William Costa
Thiago Silvestre
Rogério Souza.

Turma: 5° B – Analise e Desenvolvimento de Sistemas.


Reengenharia de Processos: Como inovar na empresa através da tecnologia da informação.

O(s) Autor(es) trajetória acadêmica e/ou profissional.

Thomas H. Davenport – Editora Campus – 3ª Edição – 1994.

Doutor em sociologia

É um autor norte-americano e escreve livros que tratam de sistemas de informação, mais precisamente da gestão da tecnologia da informação. Com 44 anos, tornou-se um dos mais importantes autores norte-americanos.Trabalhou em setores importantes como: CSC Index, McKinsey e pela Ernst & Young; Universidade de Austin (Texas), estando hoje na Escola de Gestão da Universidade de Boston, na qual aceitou a direção do Instituto para a Mudança Estratégica, da Andersen Consulting(atual ACCENTURE).

Educação:

1982 Harvard University (Cambridge, MA) 1982 Harvard University (Cambridge, MA)
Business Program for Ph.D.'s. Negócios Programa de Doutoramento 's.
1980 Harvard University (Cambridge, MA) 1980 Harvard University (Cambridge, MA)
Ph.D. in Sociology Doutorado em Sociologia
1979 Harvard University (Cambridge, MA) 1979 Harvard University (Cambridge, MA)
MA . MA. in Sociology em Sociologia
1976 Trinity University (San Antonio, TX) 1976 Trinity University (San Antonio, TX)
BA . BA. in Sociology, Magna Cum Laude. em Sociologia, Magna Cum Laude.

- Abordagem

Gestão de processos, mudança no escopo, tecnologia aplicada a processos.

- Pontos Positivos

Desmistifica a tecnologia como a solução para todos os problemas de um processo.
Ele contextualiza muito bem o tema demonstrando situações reais.


- Pontos Negativos

A falta de objetividade em algumas abordagens.

- Impressões do grupo.

Apesar de ser direcionado a empresas o livro nos leva a ter uma visão mais aberta e mais ousada em relação processos. Para qualquer profissional isto é muito importante.

- Recomendam a leitura? Justificar.
Claro que sim, independente do assunto, do livro em especifico, sempre é bom ler coisas novas, assuntos diferentes.

Nilton disse...

GRUPO:
1. Ivaldo Afonso Figueiredo – 0713291
2. Nilton Carlos de Carvalho – 0713753

OBRA:
AUTOMAÇÃO E OS TRABALHOS

IDENTIFICAÇÃO DA OBRA:
Trata-se de uma obra que defende de forma bem acirrada o problema mundial falta de trabalho, ou seja uma obra totalmente voltada para o socialismo.

AUTOR:
ELIAS NORBETO DA SILVA: É advogado militante na Ilha de Santa Catarina, professor da Universidade o Vale do Itajaí e mestre em Direito pela Universidade Federal de Santa Catariana.

ABORDAGEM:
O objetivo principal deste livro é o debate se é possível considerar o contexto jurídico político da proteção constitucional ao trabalho em face da automação favorável à regulamentação, via legislação ordinária. A regulamentação q que se refere o tema é o artigo 7º, inciso XXVII da Constituição Federal, publicada em 05 de outubro de 1988.

PONTOS POSITIVOS:
Os pontos positivos mais relevantes são a abordagem do assunto que é discutido em todos os tempos, a falta de emprego diante de automações, um efeito colateral inevitável mas que temos que tomar cuidado para que o caos social que já existe hoje não cresça mais ou pelo menos não cresça de forma acelerada.

PONTOS NEGATIVOS:
O assuntos travam de forma enérgica a automação, um bem necessário para todos, o que é de extrema importância diante de uma população numerosa que precisa de um serviço urgente e comum para todos.

IMPRESSÕES DO GRUPO:
A impressão que tivemos é que o livro abordou um assunto somente para alertas porque a tecnologia avança desde os princípios do tempo (roda, ferro, pólvora, computador e etc.) e é uma coisa genética em todos seres humanos que pensam no melhor para ele e todos.

RECOMENDA LEITURA?
Recomendaríamos a leitura do livro com algumas ressalvas, porque tivemos bastante dificuldades em sintetizar e as diversas opiniões expostas, na maioria das vezes, continha muita teoria e pouca prática, com um linguagem de difícil compreensão.

Pedro disse...

Grupo
Leandro H. Faria
Pedro A. B. Machado
Plínio A. B. Machado
Rafael Gonçalves
Roberto Vinício(soneca)
Rubens Gabrich

--
“Automação empresarial – Capítulos 1, 2 e 3” Autor do livro: JAMIL, George Leal
--
O autor George Leal Jamil é graduado em Engenharia Elétrica, mestre em Ciência da Computação e doutorando em Ciência da Informação. Atua como professor universitário na universidade FUMEC em graduação e pós-graduação, colunista e articulista de periódicos e de sites.
--
Composto a partir das notas de aulas de disciplinas dos cursos de administração de sistema de informações e tecnologia em processamento de dados da faculdade de ciências gerenciais da UNA, destina-se a informar sobre a tecnologia fundamental de automação comercial bancaria e industrial.

No livro são tratados vários temas que ajudam a imaginar um processo de automação e as estruturas que podemos utilizar para tratar esses processos.

Ainda no primeiro capitulo é mostrado outras ferramentas como códigos de barra que são usados para facilitar o trabalho registrar produtos, o livro mostra que existe um padrão que é seguido no país para que todos os sistemas consigam ler os códigos.

*Pontos positivos

livro dinamico e de facil compreenção, portanto é ideal para quem esta iniciando a atividade e quer tem um conhecimento amplo da posibilidades.

*Pontos Negativos
O livro trata de muitos assuntos superficialmente e para quem ja conhece do assunto o livro se torna cansativo.

Conclusao
Na análise proposta, acreditamos que o livro é direcionado a estudantes de Automação a um nível básico, pois trata de forma generalizada o tema.

Recomendamos a Leitura

Unknown disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Unknown disse...

Componentes:
5°A
Daniel Brant
Eduardo Morais
Felipe Pessoa
Gabriel Sperancini
Warlley Rezende
Obra:
Comércio Eletrônico: modelo, aspectos e contribuições de sua aplicação
Autor e Trajetótria Acadêmica e/ou Profissional:Alberto Luiz Albertin é mestre e doutor em administração pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP) e Professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (EAESP-FGV). Também é autor do Livro Administração de Informática: Funções e fatores críticos de sucesso e de vários estudos e artigos sobre TI.
Abordagem:Acadêmica
Pontos Positivos:
Relevante no momento em que foi escrito pois o Comércio Eletrônico ainda "caminhava" em 1999.
Explica com riqueza de detalhes assuntos básicos da TI.
Importante para Administradores que precisam colocar seus negócios na Internet ou outro meio eletrônico.
Pontos Negativos:
Muito Básico.
Voltado principalmente para estudantes da área administrativa.
Impressões do Grupo
Bom Livro, principalmente para alunos de administração terem um primeiro contato com a TI e o comércio eletrônico.
Recomendam a Leitura
Sim, apesar de ser bem básico é interessante conhecer essa abordagem da administração e de negócios em conjunto com a TI.

Unknown disse...

Análise e Desenvolvimento de Sistemas – 5º Período – Turma A
Alunos:
Daniel Mathias Souza
Daniel Pedrosa de Carvalho
Hermes Cristino
Igor Antonini
Leandro Gonçalves
Mariana Latorre

IDENTIFICAÇÃODA OBRA:
Livro: Tecnologia da informação: um guia para empresas, gerentes e administradores.
Editora: Campus - Rio de Janeiro – 1984 - 365 páginas.

AUTORES:
EATON, John:
SMITHERS, Jeremy:
• Não foram encontradas fontes de informações sobre os autores na internet e livros.

ABORDAGEM:
O que vem a ser TI (Tecnologia da Informação)? Qual a visão dos administradores de empresa sobre esta área que cresce cada dia mais? Estas são as questões principais que tratam o livro e apresentar ao leitor menos experiente os principais conceitos relacionados a TI é o objetivo.
O livro tem como base a conceituação teórica dos itens ligados à área de TI (Tecnologia da Informação) e num primeiro momento explica a importância desta área em nosso cotidiano e parte para ensinar os princípios básicos. Mas não pára por aí. Os autores explicam os processos de evolução dos meios de comunicação, os conceitos mais comuns referentes ao processamento de dados e a estrutura dos computadores.

PONTOS POSITIVOS:
Como o livro visa o ensino para administradores (London Bussines School), os conceitos da área de informática foram bastante detalhados e os fatos ligados aos mesmos teve uma maior ênfase.

PONTOS NEGATIVOS:
Como o livro foi publicado no ano de 1984, seu conteúdo esta desatualizado, desta forma não contribuindo diretamente para conhecimento dos profissionais da área de TI (Tecnologia da Informação), e deixando as novas tecnologias fora do seu contexto.

IMPRESSÕES DO GRUPO:
Escrito de forma clara e objetiva o texto ora apresentado, mostra a visão dos autores perante os fatos e principais avanços da área de TI. Fica evidente aqui a empolgação dos mesmos diante da revolução ora apresentada, o que é não de se estranhar, uma vez que o livro foi escrito para servir de apoio aos integrantes de um curso de administração.
Mesmo fora da época atual os autores conseguem de maneira didática expor os principais fatos e avanços ocorridos na TI (Tecnologia da Informação), podendo observar assim as principais ligações entre esta área e as demais em nosso cotidiano
Talvez não tão atualizado como se espera, o livro traz uma amostra dos diversos fatos ocorridos e que tiveram influência direta com o despertar de “novas” tendências da área de TI.
Vale a pena indicar esta obra para aqueles que estão iniciando agora no mundo da informática. Muitos dos fatos que foram aqui descritos dão o devido embasamento ao atual furor que a tecnologia apresenta, chego até a dizer que os maiores fornecedores de tecnologia, claro com reservas, foram moldados no período em que aconteceram estes.
É interessante salientar que trata-se de uma obra , voltada para o público em geral e traz uma linguagem clara e de fácil assimilação , podendo até ser utilizada no ensino dos primeiros períodos de informática.

RECOMENDAÇÃO DA OBRA:
O grupo não recomenda a leitura da obra para os profissionais de TI, pois o conteúdo e defasado em relação a tecnologias. Porem, pode-se absorver outras informações à partir da historia da computação e toda área de tecnologia, tornando a obra dividida de acordo com seu leitor.

A IMPORTANCIA DA COMUNICAÇÃO:
O desenho demonstra como que em alguns projetos de desenvolvimento, a comunicação entre os integrantes da equipe é primordial para o sucesso do projeto.

A falha de comunicação inicia por parte do cliente que não consegue expressar claramente o resultado que deseja, dessa forma não é possível avaliar o correto andamento do sistema, deixando que cada idéia dos integrantes da equipe seja valida, resultando num projeto que não é o esperado por ninguém

É verídico que em muitos momentos da nossa vida profissional e não somente nos que são relativos a desenvolvimento de software, temos que ouvir e falar , até o fique clara a situação , não deixando subentendido nenhuma parte.

wagner disse...

Integrantes

Haroldo Monteiro
Sander José da Cruz
Tadeu Parreiras
Thiago Bahia
Wagner da Silva Ferreira

Turma: ADS – 5º A

Obra: O livro Sistemas Inteligentes em Controle e Automação de Processos foi publicado em 2004 pela editora Ciência Moderna.

Autores: Mario César M. Massa de Campos é formado em Engenharia Elétrica pelo Instituto Militar de Engenharia. Doutorado em Engenharia Química pela “Ecole Centrale Paris”. Membro do CENPES – Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobrás e já trabalhou como Coordenador de Pós-Graduação de Engenharia na Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Kaku Saito é formado em Engenharia Mecânica pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, mestre em Engenharia Química pela COPPE - UFRJ. Atualmente é membro do CENPES.

Abordagem

O livro aborda conceitos sobre a Inteligência Artificial e apresenta sistemas reais que foram desenvolvidos segundo as bases desta ciência. Pode ser considerado mercadológico por descrever soluções concretas de automação industrial. O livro parte de um estudo do processo do pensamento humano e da importância desse entendimento para a construção de sistemas inteligentes. Após explanação, o livro apresenta a lógica Fuzzy como modelo lógico essencial para reprodução de soluções conforme a semântica utilizada pelo ser humano para resolver problemas.

Pontos Positivos

- Organização do conteúdo de forma coerente
- Grande quantidade de exemplos práticos

Pontos Negativos

- A didática utilizada para explicação da lógica Fuzzy não foi clara por utilizar muitas fórmulas matemáticas e nenhum exemplo prático de utilização destas formas.


Impressões do Grupo

O livro é bastante técnico e específico para os profissionais de engenharia industrial, apresentando uma abordagem interessante quanto à Inteligência Artificial e sua utilização para a automação de processos.
Recomendações

Recomendamos a leitura apenas para profissionais de engenharia principalmente para aqueles que tem ligação com a área petrolífera.

Priscilla disse...

Automação de Negócios – Seminário

Curso: ADS – Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Turma: 5° A
Nomes: Davidson Luiz, Diogo Vinícius, Eduardo Henrique, Fábio Augusto, Heitor de Oliveira, Priscilla Tayane, Regina Célia.
Obra:
• Título: A Ecologia da Informação (Information Ecology)
• Editora: Futura
• Ano: 1998
Autor: Thomas H. Davenport
Thomas Davenport formou-se primeiramente em Sociologia. Nascido nos Estados Unidos da America, continuou seus estudos na área:
• 1982 Harvard University (Cambridge, MA)
Business Program for Ph.D.'s.
• 1980 Harvard University (Cambridge, MA)
Ph.D. in Sociology
• 1979 Harvard University (Cambridge, MA)
M.A. in Sociology
• 1976 Trinity University (San Antonio, TX)
B.A. in Sociology, Magna Cum Laude.
Atualmente Thomas Davenport é Presidente da cadeira de Tecnologia da Informação da Babson e Gestor do Babson College além responsável pela gestão do Institute for Process Management, Larry Prusak e também gestor do Working Knowledge program.
Seu livro mais recente é, Competing on Analytics: The New Science of Winning (Competição Analítica:Vencendo através da nova Ciência)
Outras publicações do autor são:
Missão Crítica: Obtendo Vantagem Competitiva com os Sistemas de Gestão,
Pense Fora do Quadrado, Dominando a Gestão da Informação, Conhecimento Empresarial: Como as Organizações Gerenciam Seu Capital,dentre outros.
Em 2003 Thomas Davenport foi nomeado um dos Top 25 consultants em todo o mundo pela revista Consulting magazine.
É também um Fellow Accenture (Termo usado para qualificar um "grupo de elite" de pessoas esclarecidas, que trabalham em conjunto como pares na busca do conhecimento), e em 2003, era o Diretor Acadêmico da Information Work Productivity Council, um consórcio de investigação de sete empresas tecnológicas.
É escritor, co-autor ou editor de dez livros, incluindo os primeiros sobre o processo de reengenharia empresarial, gestão do conhecimento, bem como o uso comercial de sistemas corporativos.
Também escreveu centenas de artigos e colunas para publicações como Harvard Business Review, Sloan Management Review, California Management Review, Financial Times, Information Week, CIO e muitos outros.
Abordagem: O tema, “ecologia da informação” aparece como uma nova abordagem que enfatiza o ambiente do fluxo da informação, os comportamentos, processos de trabalhos e as políticas da empresa, e até mesmo a tecnologia (sistemas que utilizam informação).
Pontos positivos: A mensagem passada pelo livro é de fácil entendimento, pois é voltada para o público em geral e, mesmo tendo sido escrito há mais de 10 anos, trata a informação e não a tecnologia, numa visão mais humanística.
Pontos negativos: Em alguns momentos o autor é prolixo.
Impressões do grupo: De um modo geral o livro trata o assunto de forma interessante sempre fazendo analogias com a ecologia, possibilitando ao leitor uma boa explanação do tema.
Recomenda a leitura? Sim. O livro traz a percepção da importância da integração da informação de uma forma simples, objetiva e eficaz.